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quarta-feira, 31 de março de 2010

BMW Z4 sDrive 35i: pecado da velocidade


Saindo de um casamento na bicentenária Igreja do Largo de São Francisco, no coração de São Paulo, consegui a proeza de errar o caminho para a festa, praticamente no mesmo quarteirão. Depois de tentar em vão me encontrar, parei para me informar com o primeiro grupo que vi. Eram vários monges franciscanos, com roupas, cortes de cabelo e sandálias típicas da congregação. Eles me olharam espantados e não souberam informar o caminho. Só depois de me localizar (graças a um santo frentista), me dei conta do insólito da situação: um cara de terno e gravata, a bordo de um conversível alemão azul brilhante de R$ 307 mil, com duas belas garotas apertadas no banco do passageiro, colhendo informações com monges famosos pelo total desapego a bens materiais...

Senti-me o pecador em pessoa. Cobiça, soberba, ostentação, luxúria... O que eles teriam pensado de mim? Teriam me invejado? Duvido, não combina com a vocação deles. Compadeceram-se de minha alma? Provavelmente. Mas eu estava de consciência limpa. Afinal, havia orado na igreja e estava com o BMW Z4 por circunstâncias profissionais. As garotas? Eram apenas minha namorada e uma amiga dela.

Pecado, confesso, foi rodar em três num carro para duas pessoas, mas a moça estava sozinha e o Centrão é perigoso à noite. Heresia maior foi dispor desse esportivo num fim de semana cheio de compromissos na cidade grande. O Z4 fora de uma boa estrada é como um tubarão fora d’água (repare nas fotos e diga se não aprece um). Até nas compras do mês ele compareceu. Pelo menos com uma grande vantagem: o exíguo porta-malas me obrigou a manter o foco apenas nos gêneros de primeira necessidade. Ganância e gula ficaram de fora.

Mas até na cidade há folgas para desfrutar o prazer de acelerar o renovado roadster da BMW. No sábado ensolarado foi possível passear com o teto recolhido e até ensaiar vigorosas retomadas na Marginal Pinheiros, sem passar dos limites (basta de infrações). E rezando para não cair em buracos, pois a sensação é de que o Z4 vai desmontar todo. Por falar em teto, agora ele é rígido, o que elimina as versões da geração anterior (cupê ou conversível com teto de tecido).

Já que estamos falando em evolução, elas foram muitas no Z4. A começar pelo desenho, que perdeu as linhas côncavas e arredondadas da escola Chris Bangle, em detrimento de cortes mais retos e angulosos. Para quem curtia um estilo mais nostálgico, o anterior era mais interessante. Esta agrada a quem prefere um aspecto mais esportivo.

Esportividade que também é acentuada pelo novo motor seis cilindros em linha 3.0 de 306 cv, 75 cv a mais do que no antecessor. Mas como rodei apenas na cidade, desfrutei mais das retomadas impressionantes garantidas pelo torque igualmente impressionante de 40,8 kgfm a meras 1.300 rpm. A combinação de injeção direta e dois turbos num carro tão leve (1.600 kg) dá bem a medida de sua agilidade.

Para facilitar a vida, o câmbio é automatizado de sete marchas, com dupla embreagem e opção de trocas manuais. Na cidade, nem dá vontade de usar as (pouco práticas) borboletas de trocas. Acho que nem na estrada daria. Bom mesmo é acionar a tecla Sport (ou Sport+), que estica as marchas e garante boa dose de adrenalina.

Fora o motor e a capota rígida, que dão show à parte, o Z4 sDrive 35i vem ainda com faróis de xenônio direcionais, suspensão adaptativa, controles eletrônicos (de estabilidade, tração e frenagem em curvas), lavadores de faróis, brake-light que pisca em frenagens fortes, rodas de liga aro 19 e um sonzaço com 14 alto-falantes, entre outros itens de segurança e mimos de conforto. Para quem curte um legítimo roadster, os salgados R$ 307 mil são bem gastos. Outra opção é a versão 2.5, de 204 cv. Bem mais mansa, menos equipada, mas vendida por R$ 217 mil.

Você pode estar se perguntando: vocês ficaram rodando com uma máquina dessas só na cidade? Não foi bem assim. O cupê também caiu na estrada e na pista de testes. Os resultados você verá na Autoesporte de março, num empolgante comparativo contra o Audi TTS. Só como aperitivo: conseguimos atingir os 5,1s prometidos pela BMW no 0 a 100 km/h. A máxima é limitada a 250 km/h.


fonte: revistaautoesporte.globo.com

Ford vende Volvo por US$ 1,8 bi para Geely Chinesa compra marca sueca e promente manter produtos

A Ford anunciou oficialmente a venda da Volvo para a chinesa Geely. O negócio foi fechado por US$ 1,8 bilhão, tornando-se a maior compra de uma montadora já feita por uma empresa na China. A norteamericana recebia propostas para a compra do selo sueco desde o fim de 2008, e acabou vendendo a marca por um preço bem inferior aos US$ 6,5 bilhões que gastou para comprá-la em 1999.

A Geely promete manter a Volvo como uma marca separada de suas atuais divisões, mantendo sua matriz na Suécia. Os atuais projetos em desenvolvimento também deverão ser mantidos. Com a venda da Volvo, a Ford termina de dissolver seu antigo grupo de marcas de luxo, que incluia Aston Martin, Jaguar e Land Rover, já vendidas.

A Ford anunciou oficialmente a venda da Volvo para a chinesa Geely. O negócio foi fechado por US$ 1,8 bilhão, tornando-se a maior compra de uma montadora já feita por uma empresa na China. A norteamericana recebia propostas para a compra do selo sueco desde o fim de 2008, e acabou vendendo a marca por um preço bem inferior aos US$ 6,5 bilhões que gastou para comprá-la em 1999.

A Geely promete manter a Volvo como uma marca separada de suas atuais divisões, mantendo sua matriz na Suécia. Os atuais projetos em desenvolvimento também deverão ser mantidos. Com a venda da Volvo, a Ford termina de dissolver seu antigo grupo de marcas de luxo, que incluia Aston Martin, Jaguar e Land Rover, já vendidas.


fonte:revistaautoesporte.globo.com

Focus RS ganha edição de 500 unidades


A Ford apresentará o novo Focus RS500 na próxima quarta-feira (31), mas resolveu divulgar as primeiras imagens do carro nesta segunda (29). Trata-se de uma edição especial com produção limitada em 500 unidades, que marca o fim da edição RS nesta geração do Focus, que será substituído no próximo ano.
O modelo chama atenção pela agressividade visual, graças ao bodykit e, principalmente, à carroceria pintada de preto fosco. Logotipos da série especial estampam toda a carroceria, que esconde um motor de 350 cv de potência e 46 kgfm de torque. As rodas são de 19” e vem equipadas com pneus Continental 235/35.

fonte:revistaautoesporte.globo.com

Preto fosco entra na moda


A moda vem ganhando cada vez mais adeptos. Depois da febre do tuning exagerado, a personalização ficou mais discreta, porém ainda marcante, como é o caso da carroceria pintada de preto fosco. Até carrões de luxo importados ganham versões com esse acabamento despojado, como o Mercedes-Benz SL preparado pela Carlsson ou o Miata, com uma série diferenciada feita pela própria Mazda. Em São Paulo, quem passa pela avenida Europa pode ver um espetacular Lamborghini Murciélago LP 670-4 Super Veloce com essa cor, estacionado no show room da loja Platinuss e outro Gallardo LP560-4 na loja oficial da marca, alguns quarteirões adiante.

Mas qual é o truque para deixar o carro assim, sem nenhum vestígio de brilho na pintura? “A tinta usada para dar esse efeito é o PU, ou poliuretano”, explica Kleidson Flávio, colorista da oficina Speed Clean Tech. De acordo com o especialista, esse tipo de serviço fica pronto em menos tempo, isso porque dispensa o polimento da carroceria – que deixaria a pintura com brilho.

“Considerando um sedã pequeno, o tempo médio de aplicação e secagem em estufa é de uma hora”, explica Flávio. O tempo aumenta consideravelmente se o dono do carro quiser ver seu carro brilhando como um espelho. “O PU dispensa a aplicação de verniz, mas deve ser polido para ganhar brilho, por isso o serviço leva mais tempo. Além disso, às vezes é necessário lixar algum ponto da carroceria para eliminar vestígios de poeira, e depois polir novamente o local. Daí a demora”.

O colorista explica ainda que é possível usar a tinta duco para deixar o carro sem nenhum brilho, mas comenta que é um produto quase em desuso, por estar muito defasado. Já a tinta à base de poliéster, que precisa da proteção do verniz, não serve para essa finalidade. “Ela só fica fosca sem o verniz. Só que, desse jeito, qualquer encostada na carroceria pode tirar essa tinta, qualquer coisinha marca a pintura. Esse produto não é adequado para quem quer o acabamento fosco”, afirma.

Como vantagem da pintura fosca Flávio cita a economia, já que não é preciso gastar com polimentos e cristalizações. Até a cera, usada justamente para dar brilho, é dispensada. “Basta uma boa lavagem para manter o carro limpo.” A desvantagem, segundo o colorista, é que a pintura fosca evidencia ainda mais as imperfeições da carroceria, como pequenos amassados ou pontos não muito bem corrigidos com massa plástica. Além disso, o veículo está sempre com a mesma cara, mesmo depois de lavado, o que, com o tempo, pode cansar seu dono.

Em relação ao valor, evidente que varia de acordo com a oficina, mas Flávio lembra que, em tese, a pintura fosca feita com PU deveria custar menos, justamente por dispensar o polimento. “Mas o que vemos no mercado não é isso. Em geral, cobram o mesmo valor, ou até mais em relação ao modelo que será polido.”

Adesivo
Outra opção interessante para quem quer um modelo preto fosco é o envelopamento da carroceria. A Surya Car, divisão do Grupo Surya, é especialista no assunto. Voltada principalmente para a mudança de visual de grandes frotas, a empresa também passou a atender ao consumidor comum. “Preparamos uma média de 10 veículos por mês. O material que usamos é uma película adesiva de vinil”, explica Paulo Bento, proprietário do grupo.

A aplicação em veículos pequenos é feita em um dia, ao custo médio de R$ 1 mil. Para veículos maiores, são dois dias. O custo também dobra (em torno de R$ 2 mil). “O dono do carro não precisa ter cuidados especiais, basta lavar o carro normalmente. E nem é preciso usar cera”, afirma Bento. O proprietário da empresa só desaconselha o uso de lavadoras com jato de água de alta pressão, que podem provocar o descolamento das extremidades do adesivo.

Outra observação: “Em modelos com a pintura original, a película serve com uma camada protetora. O brilho continua perfeito, sem marcas ou desgastes, quando o adesivo precisa ser retirado. O mesmo não acontece sempre com veículos que já foram repintados, até porque temos como saber se o serviço foi feito com cuidado e materiais de qualidade.” Para quem gostou da alternativa, a Surya Car garante o produto por dois anos.


fonte: revistaautoesporte.globo.com